Meu, a muito tempo eu curto umas paradas ai que muitos ignora. Muitos pensam que eu tenho uma mente voltada para o mau, mas eh diferente... Digo com todo orgulho que escuto rap e isso eh deste pequeno, no começo eu percebia muita violencia nas letras de rap, principalmente nas musicas do facção central que hje um dos maiores letristas do mundo, realidade nua e crua do holocausto urbano mundial. Foi então que começei a buscar as origem do movimento e se hje eu to com este blog no ar foi inspirado no rap, se hje tenho uma visão mais coerente da guerra urbana que o pais vive foi ouvindo rap.. E neste post de hoje vou postar uma poesia feita pelo meu parceiro Bruno Rico que tambem faz um otimo trabalho em proll da divulgação do rap e do entendimento das letras das musicas, sempre que posso eu to lendo seu blog q por sinal eh muito louco (www.mundodorap.blogger.com.br). Recentemente ele abriu outro blog so para poesia e eh desse blog que posto essa poesia (www.sentimentocritico.blogger.com.br). Confira!
Made in Brasil.
Sou cria da rua, Sou cria do mundo. Meus criadores não me quiseram, Me jogaram no mundo, Me fizeram imundo.
Moro no asfalto. Profissão? Fazer assalto.
Cresci torto em meio a olhares tortos. Cresci pulando fases. Virei adulto sem conhecer a infância, Virei adulto sem conhecer o afeto. Virei vilão sem conhecimento de ninguém.
Hoje não me chamam mais pelo nome, Na verdade nem eu sei mais o meu nome, Mas todos me chamam de elemento.
Às vezes quero matar o mundo. Às vezes quero mudar o mundo Às vezes quero fugir desse mundo. Mas uma coisa é certa: Eu não gosto desse mundo.
Certo dia percebi que haviam seqüestrado a minha vida. Percebi também que eu era refém do meu passado. Era refém dos meus criadores dissimulados e hipócritas Que negavam a minha existência. Conclui então que se sou refém do passado Futuro eu não terei. Já fui julgado por atos que nem cometi. Já existem manchas no meu futuro mesmo sem lá eu pisar. Já me prendem pelos crimes que ainda nem cometi. E se não tenho futuro o que me resta?
Às vezes sinto-me como uma roupa velha, Daquelas que ninguém mais quer usar, Daquelas que já está rasgada de tanto se remendar. E quando algo já não presta mais o dono joga fora. Ninguém quer perder tempo consertando remendos. Só que as roupas velhas possuem etiquetas, Pois um dia elas foram novas E foram criadas em algum lugar. Assim como as roupas eu não nasci remendado. Nasci limpinho, sem manchas. Mas fui criado numa fábrica. Por isso na minha etiqueta Lê-se: "Made in Brasil."
A música é a alma do negócio, empresas ligadas ao públicos jovem, estão apelando cada vez mais, se utilizando de bandas e grupos musicais, que estão ligados à mídia e ao público jovem. Se a alma do negócio, é se encontrar com a banda pura e mercenária, alguns tem vendido a alma pro diabo. Festas de aniversários, convenção em empresas, jogos de futebol, cinema etc, sempre tem Coca-Cola em suas mesas ou vendendo aos montes por ai. Seria muito imbecil, se falasse que nunca tomei Coca-Cola na minha vida, mas o que está em destaque aqui, não é o público consumidor, e sim os músicos que tem emprestado suas imagens as empresas. Mas o que é vender a alma pro diabo nos dias de hoje? Pergunta bastante intrigante essa, já que muito de nós proletários, somos contratados por empresas, na sua grande maioria, por quê não dizer quase todas, ligadas ao capitalismo e o mundo globalizado. Esse debate pode virar um bate volta, se fomos criticar a postura dos grupos musicais, pois da mesma forma, que estaríamos, colocando a postura dos grupos musicais em xeque, também teriamos que avaliar nossa postura no mundo de trabalho. Mas ai entra a necessidade, todos temos que trabalhar, temos que enfrentar o mundo capitalista, e se infiltrar nele, se quisermos sobreviver. Sabemos que a Coca-Cola é uma empresa americana, e que financia a guerra, contra pessoas inocentes, de países desprotegidos pela lei ( se é que existe lei que segurá míssel, tanque de guerra, jato de guerra, metralhadora, fúzil, ar-15 etc). Sabemos também, que muitos grupos de RAP e de Reggae Roots, não se sujeitam ao capitalismo, portanto, não imprestam suas imagens pra esse tipo de jogo, um exemplo rápido, o Rapper GOG de brasília. Mas qual dos dois é a verdade? Que não a espaço pra tanto resistência, ou dinheiro pra tanta resistência. Ou é mais fácil, ou necessário, vender sua imagem em troca de merchandising pras empresas americanas, espanholas, francesas, etc. Cito tudo isso aqui, por que dói meu coração, ver grupos que eram contra a ditadura, o capitalismo, a globalização etc, agora colocar suas imagens junto da Coca-Cola. No caso de Calypso, Limão com Mel, Marcelo D2, Carlinhos Brown, tudo bem, pois já sabemos de que lado eles estão, do lado que tiver mais dinheiro e status. Mas ver alguns grupo de esquerda, subir no palco da coca-cola, me dói a alma e o coração, por isso aqui, tento ver o lado deles, e entender o lado deles, mesmo sabendo que tudo isso é apenas o jogo de marketing relacionado ao dinheiro e toda a podridão que ele trás. Mas como já citei, todos precisamos de dinheiro pra sobreviver. Vamos caminhando, e observando, só depois de algum tempo, é que poderemos ver, que são os verdadeiros e quem são os mercenários.
Escrito por Renato Vital, escritor, compositor e poeta desde 2004. http://renatovital.blogspot.com
Bem, no post de hoje vou falar do documentário “ Muito alem do cidadão Kane” na qual tive a oportunidade de assistir depois de passar uns 4 dias baixando da internet. Acredito que se for feitouma pesquisa praticamente 90% dos brasileiros nem se que sabe e nem muito menos de que se trata esse documentário . Mas enfim vamos o que interessa.
Esse documentário chamado originalmente de“BeyoundCitizenKane” (em português, muito alem do cidadão Kane) foi produzido pela TV Inglesa BBC de Londres em 1993, na qual investigava a vida de um supermagnata da mídia e fazendo referencia ao todo poderoso, hoje já falecido Roberto Marinho. O documentário em si conta um pouco da historia da TV brasileira num geral, mas especificamente do império global. Em 2008 fez 15 ano do documentário, porem é super atual, pois as coisas pouco mudaram, acho que a única mudança foi que a massa alienada aumentou, já que o numero de televisores no Brasil é bem maior que há 15 anos atrás, por exemplo tem gente que só vê Globo; é hipnotizado, o q a globo falar ta falado.
No documentário fica bem claro a influência que a TV globo teve perante o povo em grandes momentos da historia do Brasil, digo sem medo de errar que o canal é responsável por muitas coisas ruins enraizadas nesse pais, em varias épocas, principalmente na ditadura militar, noticias eram ocultadas ou pior eram maquiadas ou ate mesmo inventadas sempre no propósito de beneficiar o governo e os poderosos. Tem até uma parte do documentário que o cidadão diz algo do tipo: “ A globo não é ditadura, não é nada disso, ela é governista, ela ta onde o governo ta, apoiando quem lhe convém, quem nãoesta no poder ela não faz a mínima questão de estar junto. Ou seja, é a TV dos poderosos, feita para as elites, mais que caiu no gosto do povo, infelizmente, ate porque alegria de pobre é fazer festa pra rico, tanto é que o documentário mostra um dado bem interessante diz que apenas um terço das propagandas expostas na TV são consumidas pela população, isso que dizer que apenas um terço da população brasileira pode comprar o que é vendido na TV.
Outro ponto a se destacar sobre a Globo, é o fato dela ter praticamente eleito o presidente Collor, tantofez, tanto sabotou o LULA que acabou elegendo o Collor, que no final deu no que deu, e o povo felizmente acabou conseguindo expulsar o cara.
A rede globo foi criada de uma maneira muito sórdida, o senhor Roberto era amigo de muitos políticos militares da época da ditadura e pra quem não sabe, para se ter uma rede de televisão e suas afiliadas e assim dominar o Brasil como a Globo faz, é necessária uma concessão do governo, concessão essa que só pode ser dada por uma pessoa, mais especificamente o presidente da republica, daí o motivo de tanta babação de ovo pela globo aos eternos governos passadose sempre expondo o que lhe convém, sempre tentando levar o Brasil no papo do ta tudo certo, isso pode até ter mudado um pouco nos dias de hoje, mais a essência nunca muda. Teve até um presidente ai que fez na época até uma medida para que a TVs ficassem mais baratas e o povo assim pudesse comprar, e a coisa ficar mais popular, por que issoé muito favorável (governo), já que a Globo era do governo e com isso o povo seria também. Ô ciclo vicioso hein!!!!!!!
Hoje a Globo não é apenas uma TV que passa “informação” para a massa alienada, é muito mais que isso, é um império, é toda uma organização, inclusive esse documentário é extremamente proibido passa no Brasil, proibição essa que foi feita através de uma ação judicial movida pela emissora global. A BBC esta até sendo processada por ter realizado tal feito, poucos ousam falar sobre o assunto, é algo muito abafado, a maioria das pessoas nem se que sonham que esse vídeo exista.
Eu na minha função de cidadão tenho o dever de divulgar e por ultimo uma informação bem interessante a respeito da Globo, é que existe uma lei no governo federal dizendo que os grandes veículos de comunicação devem ter programas destinados a cultura ou ditos programas educativos, só por isso que existe globo rural, globo cultura, telecurso e etc... Sendo que esses programas só passam as altas horas da madruga, se a lei não existisse iríamos ter novelas das 3 horas da madrugada, já que a função da globo é alienar e não informar, alias, ela não foi criada com esse propósito.
È importante busca conhecimentos em outras fontes como: livros, documentários, Internet e etc... È uma pena temos canais como TV cultura e não ser um canal de TV aberta...
Já temos a consciência que os políticos usam a TV como meio de alienação e manipulação, então ligue seu celebro, sua mente. Tenha senso critico acima de tudo!!!
Para quem quiser baixar o documentario acesse o link abaixo:
Político é tudo igual, só muda a casca da serpente. Acredito em qualquer um deles da mesma forma que acredito em Papai Noel, em duendes, em óvnis, no dízimo do pastor e por aí vai. Fazem do país um grande circo onde o palhaço... é o povo bobo, acomodado e domesticado com um saco de ração do lado do rabo. Cuidam do nosso suado e sofrido dinheirinho como se fosse deles. Se tá desse jeito, a culpa é de quem? Quem botou eles lá? A maioria se vende por saquinhos de leite , sacos de ração e cimento, caixas de cerveja... Depois tem que agüentar mais 4 anos e não vem reclamar!!! Dá licença. Anulo meu voto para não optar entre o pior e o menos pior (na política melhor, só o mais bonzinho que agrada até a oposição). Como é ano de eleição, já tem uns engravatados dando as caras nas vilas oferecendo ajudas e doando esperanças de montão! Prometem, prometem, prometem... O que eles querem com isso, além de seu voto? Nada! Pobre só tem valor, pra eles, em época de eleição. O cara não faz nada quando tá na gestão, a não ser chamar a polícia quando algum pagador de impostos vai reclamar na Prefeitura. Mas neste ano é diferente, já que é o povo sofrido e suado que os elege. Oferecem favores, que na verdade deveria ser chamados de obrigação (afinal, ele está sendo pago por isso e muito mais) e, com isso o povo esquece de tudo de ruim que eles fizeram. Êta povinho... Não desgruda a bunda gorda do sofá da sala; sabe de tudo o que acontece na novela das 9, no quintal do vizinho, mas não sabe o que acontece com ele mesmo em sua própria casa, cidade, Estado ou país. Sou do povo, mas, felizmente eu não faço parte dessa estatística.
Matéria interessantíssima sobre política, abaixo. Vale a pena ler.
"Políticos usam o dinheiro público como se fosse seu", diz Roberto Romano
Os 81 senadores da República ganharam um reforço. Sem alarde, a Mesa Diretora do Senado aprovou a contratação, sem concurso público, de mais 90 funcionários com salário de R$ 9.979,24 para trabalhar nos gabinetes dos parlamentares e também nas lideranças partidárias. Cada senador poderá empregar um novo funcionário ou, se achar melhor, dividir o salário entre os novos contratados. Quase R$ 1 milhão a mais de gastos para a Casa. Professor titular de ética e filosofia política na Unicamp, Roberto Romano afirma que o país hoje vive uma situação 'interessante', com um regime que não é mais nem República, nem democracia. "A oligarquia está funcionando a pleno vapor", diz o filósofo, que cita o jurista francês Jean Bodin para explicar o que os parlamentares estão fazendo. "Bodin dizia que tirano é aquele que usa os bens dos governados como se fossem seus. Os políticos usam o dinheiro público como se fosse seu." Sobre a operação da Polícia Federal que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito Celso Pitta e o investidor Naji Nahas, Romano contou que em encontro com o ministro-chefe da CGU conversaram sobre o aumento do combate à corrupção, mas que apesar dos esforços, não temos ainda estabelecido um mapa dela. "A imprensa, o Ministério Público, a polícia, descobrem diacronicamente escândalos, mas eles continuam a operar sincronicamente", analisa o filósofo. "Enquanto um está preso, o outro segue delinqüindo." "Não existe mais fé pública no Brasil. Estamos à beira de uma catástrofe em termos de vida política nacional. A Polícia Federal tem feito um bom trabalho, chegado às fontes, mas tem sido prejudicada pela prepotência de alguns delegados. E a Justiça está dando muitas mancadas", conclui.Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/07/10/ult23u2521.jhtm
Bom, hoje estarei apresentando aqui um pouco sobre o maior poeta do Brasil..
Genival Oliveira Gonçalves nasceu na cidade satélite de Sobradinho no Distrito Federal no ano de 1965, quinze dias depois da chegada dos seus pais à Brasília. É o segundo de uma família de quatro irmãos.
Em 1973 muda-se para o Guará, onde reside até 1991. Essa Cidade será o cenário de acontecimentos que irão transformar de vez sua vida: Futebol, convívio com os primos mais velhos amantes da black music, os vinis e o 3 em 1 do seu pai, a formação do Grupo de Dança "Magrello's Pop Funk", que daria origem ao Grupo de rap "Os Magrello's, a iniciação no break, a chegada ao rap e a faculdade...
Adolescente, assiste a transição da Ditadura para o regime democrático, o surgimento do MST, do PT, e de outros movimentos sociais de base, bem como o retorno de exilados políticos e o fim da censura... Paralelo a isso era a época das ruas de lazer, do soul, do funk, das quadras e salões lotados. Na seqüência o break explode no mundo! Nas periferias brasileiras a palavra do momento é "Hip Hop".
Em meio a esse turbilhão de idéias e acontecimentos, que inclui a queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria, o Hip Hop Brasileiro vai se formando. Grupos como Thaíde e DJ Hum e Racionais Mc's arrebatam multidões com seus discursos e ritmos inflamados, apontando um novo rumo a juventude periférica brasileira.
Em Brasília, o Movimento cresce a cada dia, mesmo sem ter nenhum contato com os outros estados.
Genival adota o pseudônimo GOG e inicia sua carreira artística
A dupla paulista "Thaíde e DJ Hum" se apresenta no Distrito Federal pela primeira vez e inicia-se um intercâmbio entre os estados.É final dos anos 80.
No ano de 1990 GOG recebe o convite do DJ Leandronik para participar da coletânea "Rap Ataca", do Selo Kaskata's, e grava a música "A Vida", o que seria sua primeira gravação oficial.
Em 1992, GOG em parceria com o Selo de Rap Discovery lança o compilado "Peso Pesado" e seu nome passa a ser projeto pelo país.
Em 1993 GOG lança o Selo Independente "Só Balanço", para apresentar seus trabalhos e dar oportunidades a novos talentos, diante das dificuldades enfrentadas no mercado musical. O Primeiro projeto foi o LP "Vamos Apagá-los...Com o Nosso Raciocínio.", de sua autoria.
A Só Balanço a partir do ano de 1996 passa a ser Loja e futuramente estúdio de gravação, dentro do projeto de auto-gestão, que era o objetivo principal de sua criação. Por todo o Brasil, acontecem apresentações e suas músicas são executadas nas Rádios Oficiais e Comunitárias. As idéias e letras se propagam...
GOG é chamado de "Poeta do Rap Nacional."
De 1994 a 2OOO são lançados mais 4 discos: Dia a Dia da Periferia, Prepare-se!, Das Trevas à Luz e CPI da Favela. Várias músicas desses trabalhos tornam-se sucesso nas periferias do Brasil e têm vídeo clipes gravados, o caso de "Periferia Segue Sangrando" e "Matemática na Prática", recebe o "Prêmio Porte Ilegal" como melhor letrista do rap do pais, firmando ainda mais o nome GOG no cenário do Hip Hop Brasileiro.
A "Só Balanço" lança "GOG Convida", a primeira coletânea do DF e entorno, e "Familia G.O.G - Fábrica da Vida"cumprindo seu papel de ceder espaço para novos talentos e fortificar ainda mais o Movimento. Surgem os Grupos "A Família"e "Viela 17", dando uma dimensão ainda maior ao "QG da Revolução" .
O próximo trabalho, "Tarja Preta" é lançado em 2004 e recebe o "Prêmio Hutúz" de melhor disco do ano.
Em 2005 é convidado pela banda de reggae Natiruts a participar no CD "Nossa Missão". GOG e Alexandre, filhos do cerrado, apresentam ao público a excelente e comentada faixa "Quem Planta o Preconceito?", que tem vídeo clipe lançado. A parceria continuará em 2008 no novo CD do Grupo "A Família".
Em 2006, GOG é convidado a participar no "Acústico MTV-Lenine". Ele apresenta-se ao lado do Mestre da MPB interpretando a faixa "Eu e Lenine (A Ponte). Nesse mesmo ano, GOG grava o CD "Aviso às Gerações" que traz as participações do Cantador "Rapadura" e Lindomar "3L, que são aclamados como duas novas grandes revelações do Hip Hop Nacional.
Em 2007, GOG grava seu primeiro DVD - "Cartão Postal Bomba!" com lançamento previsto para março de 2008. Destacam-se as participações de Lenine, Maria Rita, Gerson King Combo, Paulo Diniz, Mascoty, Isaías Jr, Nego Dé, entre outros. O formato da apresentação inovador. GOG grava vários de seus sucessos acompanhado pela Banda "MPB Black" composta por Angel Duarte(Baixo, Paulinho(Bateria), Bruno(Guitarra Solo), Ariel Feitosa(Guitarra Base), Richelme Oliveira(Percussão), Ted(Teclados), Elen Oléria, Indiana Nomma e Kiko Sant'Ana(Violões e Backing Vocals)
Nesse mesmo ano, é gravado o vídeo clipe da faixa "Cavalo Sem Dono Selvagem" do CD "Aviso às Gerações" com participação de "Zumbi Rei". O cenário escolhido foi Diamantina, nas Minas Gerais. O objetivo é fortificar o Hip Hop pelo interior do país.
GOG recebe os prêmios "Hutúz" (4 categorias) pelo CD"Aviso às Gerações" e "Dom Quixote de La Perifa" que segundo a Cooperifa: "...é uma homenagem a umas cem pessoas importantes da periferia, e pessoas que ajudam a periferia a se transformar em um lugar melhor para viver".
Em dezembro lança o CD ao Vivo do DVD -"Cartão Postal Bomba!". O lançamento é feito com exclusividade pela internet através do site www.gograpnacional.com.br. GOG apresenta uma nova proposta de negociação, divulgação, distribuição, reforçando assim, a interação com o seu público e toda comunidade. É a Auto-Gestão em debate.
A aproximação com a literatura marginal e os movimentos culturais são essenciais para a sobrevivência do texto e do teor evolutivo do Hip Hop, segundo GOG, que estreita alianças com vários ativistas: Sérgio Vaz, Cooperifa, Férrez, 1daSul, Nelson Maka, Coletivo Blackitude, Alessandro Buzo, Suburbano Convicto e Sacolinha Graduado, entre vários outros. Os Movimentos Sociais também se aproximam: MST, MSTL, Ação Educativa passam a ser parceiros do dia a dia.
Por fim, veja esse video inedito do truta ai de cima: Brasil com P
Bom hoje vou postar um texto que achei no blog do meu parceiro Raphael ( http://rapensando.blogspot.com/), na qual traz a tona a questão de que cristão não pode ouvir musica seculares. Aproveite o maximo do texto.
Ouvindo musica "secular"
Sim, alguns cristãos não ouvem músicas que consideram seculares – músicas que não são feitas por próprios cristãos – espantosa tal idéia. Na realidade chamam de secular por algum motivo obscuro já que secular significa algo que passa de século a século, talvez seja uma alusão ao famigerado versículo de 2Co 4:4que diz: “nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.”, longe de querermos basear a crítica somente nessa palavra, é importante fazer referência a essa eterna divisão entre divino e pagão.
Porque dividir atividades relacionadas à igreja como sendo divinas e tudo o mais que estiver fora dela como sendo secular ou pagão? É um regresso ao tempo dos fariseus, é um regresso à idéia de que o templo é um lugar físico, é um regresso que não torna ao cristianismo primitivo. Apesar de a idéia ser bastante difundida, temos de levar em consideração que viver em Cristo é viver em totalidade, não somente em alguns poucos momentos pré-definidos, mas a todo o momento. Essa oração um tanto quanto repetitiva se limita a ser repetitiva, porque se olharmos pela prática, nada disso é praticado.
Observemos, por exemplo, pra que dizer que você tem um trabalho secular? Não é um bendito trabalho profissional? Pra que se referir à sua vida fora da igreja como sendo uma vida secular, viraremos todos duas caras, vivendo duas vidas? Que possamos entender, temos todos uma única vida, um trabalho profissional. Apesar de ser uma compreensão básica e aparentemente ínfima isso torna a vida mais livre, isso faz com que o fardo pesado dos legalistas se transforme no suave jugo prometido por Cristo.
Um dos principais argumentos para que não se ouça uma música é o velho e conhecido pecado de influência. Se algo te influencia negativamente, não faça isso. O estranho é que essa idéia entra em conflito com as velhas listas elaboradas pelos legalistas faça-isso-porque-eu-quero. E a prova maior está no fato de que se você falar que ouve um Iron Maiden para um pastor, ele dirá que você é filho do diabo ou coisa do tipo (sim, isso ainda acontece).
Cristãos, em tese, deveriam levar para si as coisas básicas da religião para a vida diária. Devemos entender que Deus é soberano logo, tudo que temos no que diz respeito à natureza humana, seja o livre-arbítrio, os sentimentos ou a criatividade, todos eles são provindos de Deus. Qual a dificuldade em entender que mesmo uma pessoa glorificando ao diabo, tem algo que foi dado por Deus? Oras a criatividade que a pessoa utiliza está sendo direcionada para algo que não concordamos, mas por isso condenaremos os meios que ela utiliza para glorificar aquilo que acha melhor? Exemplificando, o martelo já foi usado várias vezes para o homicídio, por esse fato faremos com que ele seja banido das mãos ‘sacrossantas’ dos evangélicos? O conhecimento pode ser tanto usado para algo bom como para algo oposto, essa idéia é tão latente que também deveria ser utilizada como analogia para a música. Um acorde é um acorde em qualquer lugar, tocado por qualquer pessoa.
Não importa se o que o indivíduo está tocando ou cantando nada tem a ver com Deus, ou se está exaltando o diabo, o que importa no fim das contas é o entendimento por parte de quem ouve que a pessoa está usando uma criatividade dada por Deus. A adoração sempre existirá, o direcionamento dado a ela é pessoal e com certeza será variável.
Por conta do “Não ouça isso! É do diabo!” cristãos são obrigados a ouvirem a pior música existente e ainda acharem boa, com o risco de serem mandados para o inferno se pensaremna possibilidade de escutarem uma música de qualidade que não necessariamente foi composta por evangélicos.
A liberdade tão aclamada pela religião mais uma vez é colocada de lado para a vivência de uma religiosidade que faz com que o cristianismo morra.
A capoeira não vem mais, agora reagimos com a palavra, porque pouca coisa mudou, principalmente para nós. Não somos movimento, não somos os novos, não somos nada, nem pobres, porque pobre segundo os poetas da rua, é quem não tem as coisas. Cala a boca, negro e pobre aqui não tem vez! Cala a boca! Cala a boca uma porra, agora agente fala, agora agente canta, e na moral agora agente escreve. Quem inventou o barato não separou entre literatura boa/feita com caneta de ouro e literatura ruim/escrita com carvão, a regra é só uma, mostrar as caras. Não somos o retrato, pelo contrário, mudamos o foco e tiramos nós mesmos a nossa foto. A própria linguagem margeando e não os da margem, marginalizando e não us marginalizados, rocha na areia do capitalismo. O sonho não é seguir o padrão, Não é ser o empregado que virou o patrão, não isso não, aqui ninguém quer humilhar, pagar migalhas nem pensar, nós sabemos a dor por recebe-las. Somos o contra sua opinião, não viveremos ou morreremos se não tivermos o selo da aceitação, na verdade tudo vai continuar, muitos querendo ou não. Um dia a chama capitalista fez mal a nossos avós, agora faz mal a nossos pais e no futuro vai fazer a nossos filhos, o ideal é mudar a fita, quebrar o ciclo da mentira dos “direitos iguais”, da farsa dos “todos são livres” agente sabe que não é assim, vivemos isso nas ruas, sob os olhares dos novos capitães do mato, policiais que são pagos para nos lembrar que somos classificados por três letras classes: C,D,E. Literatura de rua com sentido sim, com um principio sim, e com um ideal sim, trazer melhoras para o povo que constrói esse pais mas não recebe sua parte. O jogo é objetivo, compre, ostente, e tenha minutos de felicidade, seja igual ao melhor, use o que ele usa. Mas nós não precisamos disso, isso traz morte, dor, cadeia, mães sem filhos, lágrimas demais no rio de sangue da periferia. Somos mais, somos aquele que faz a cultura, falem que não somos marginais, nos tirem o pouco que sobrou, até o nome, já não escolhemos o sobrenome, deixamos para os donos da casa grande escolher por nós, deixamos eles marcarem nossas peles, porque teríamos espaço para um movimento literário? Sabe duma coisa, o mais louco é que não precisamos de sua legitimação, porque não batemos na porta para alguém abrir, nós arrombamos a porta e entramos. Sua negação não é novidade, você não entendeu? Não é o quanto vendemos, é o que falamos, não é por onde nem como publicamos, é que sobrevivemos. Estamos na rua loco, estamos na favela, no campo, no bar, nos viadutos, e somos marginais mas antes somos literatura, e isso vocês podem negar, podem fechar os olhos, virarem as costas, mas como já disse, continuaremos aqui, assim como o muro social invisível que divide esse pais. O significado do que colocamos em suas mãos hoje, é nada mais do que a realização de um sonho que infelizmente não foi visto por centenas de escritores marginalizados desse país. Ao contrário do bandeirante que avançou com as mãos sujas de sangue nosso território, e arrancou a fé verdadeira, doutrinando nossos antepassados índios, ao contrário dos senhores das casas grandes que escravizaram nossos irmãos africanos e tentaram dominar e apagar toda a cultura de um povo massacrado mas não derrotado. Uma coisa é certa, queimaram nossos documentos, mentiram sobre nossa história, mataram nossos antepassados. Outra coisa também é certa, mentirão no futuro, esconderão e queimarão tudo que prove que um dia a classe menos beneficiada com o dinheiro fez arte. Jogando contra a massificação que domina e aliena cada vez mais os assim chamados por eles de “excluídos sociais” e para nos certificar que o povo da periferia/favela/gueto tenha sua colocação na história, e que não fique mais 500 anos jogado no limbo cultural de um país que tem nojo de sua própria cultura, a literatura marginal se faz presente para representar a cultura de um povo, composto de minorias, mas em seu todo uma maioria. E temos muito a proteger e a mostrar, temos nosso próprio vocabulário que é muito precioso, principalmente num país colonizado até os dias de hoje, onde a maioria não tem representatividade cultural e social, na real negô o povo num tem nem o básico pra comer, e mesmo assim meu tio, agente faz por onde ter us barato para agüentar mais um dia. Mas estamos na área, e já somos vários, estamos lutando pelo espaço para que no futuro, os autores do gueto sejam também lembrados e eternizados, mostramos a várias faces da caneta que se faz presente na favela, e pra representar o grito do verdadeiro povo brasileiro, nada mais que os autenticos, e como a pergunta do menino numa certa palestra. - como é essa literatura marginal publicada em livros. Ela é honrada, ela é autentica e nem por morarmos perto do lixo, fazemos parte dele, merecemos o melhor, pois já sofremos demais. O mimiógrafo foi útil, mas a guerra é maior agora, os grandes meios de comunicação estão ai, com mais de 50% de anunciantes por edição, bancando a ilusão que você terá que ter em sua mente. A maior satisfação está em agredir os inimigos novamente, e em trazer o sorriso na boca da Dona Maria quando ver o livro que o filho trouxe para casa. Vindo com muita mais gente e com grande prazer de apresentar novos talentos da escrita periférica. Prus aliados o banquete está servido, pode degustar, porque esse tipo de literatura viveu muito na rua e por fim está aqui no livro. Depois do lançamento dos três atos que fizemos juntamente com a revista Caros Amigos, edições especiais chamadas Caros amigos/literatura marginal ao qual a Casa Amarela desde o principio acreditou e apoiou, a forma agora chega em livro. Mas como sempre todos falam tudo e não dizem nada, vamos dar uma explicada: A revista é feita para e por pessoas que foram postas a margem da sociedade. Ganhamos até prêmios, como o da A.P.C.A.(Academia Paulista de Críticos de Arte) melhor projeto especial do ano. Muitas são as perguntas, e pouco o espaço para respostas, um exemplo para se guardar é o de Kafka, a crítica convencionou que aquela era uma literatura menor. Ou seja, literatura feita pela minoria dos judeus em Praga, numa língua maior o Alemão. A Literatura Marginal sempre é bom frisar é uma literatura feita por minorias, sejam elas raciais ou sócio-econômicas. Literatura feita a margem dos núcleos centrais do saber e da grande cultura nacional, ou seja os de grande poder aquisitivo. Mas alguns dizem que sua principal característica é a linguagem, é o jeito que falamos, que contamos a história, bom isso fica para os estudiosos, o que agente faz é tentar explicar, mas agente fica na tentativa, pois aqui não reina nem o começo da verdade absoluta. Hoje não somos uma literatura menor, nem nos deixemos taxar assim, somos uma literatura maior, feita por maiorias, numa linguagem maior, pois temos as raízes e as mantemos. Não vou apresentar os convidados um a um porque eles falarão por sim mesmos, é ler e verificar, só sei que com muitos deles eu tenho lindas histórias, várias caminhadas tentando fazer uma única coisa, o povo ler. Cansei de ouvir. - mas o que cês tão fazendo é separar a literatura, a do gueto e a do centro. E nunca cansarei de responder. - o barato já tá separado a muito tempo, só que do lado de cá ninguém deu um gritão, ninguém chegou com a nossa parte, foi feito todo um mundo de teses e de estudos do lado de lá, e do cá mal terminamos o ensino dito básico. Sabe o que é mais louco, nesse pais você tem que sofrer boicote de tudo que é lado, mas nunca pode fazer o seu, o seu é errado, por mais que você tenha sofrido você tem que fazer por todos, principalmente pela classe que quase conseguiu te matar, fazendo você nascer na favela e te dando a miséria como herança. Afinal um dia o povo ia ter que se valorizar, então é nóis nas linhas da cultura, chegando de vagar, sem querer agredir ninguém, mas também não aceitando desaforo nem compactuando com hipocrisia alheia, bom vamos deixar de ladainha e na bola de meia tocar o barco. Boa leitura, e muita paz se você merece-la, se não bem vindo a guerra.
Bom, hoje foi postar um texto muito interessante que encontrei na internet, na qual percebi um alto teor de reflexão, vale a pena conferir e levar em consideração a mensagem. Fiquem a vontade pra ler.
Duas Histórias, Dois Destinos
DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS
"JULGAMOS A NÓS MESMOS PELO QUE NÓS SOMOS CAPAZES DE FAZER, ENQUANTO OS OUTROS NOS JULGAM PELO QUE JÁ FIZEMOS..."
1ª História
Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento.
2ª História
Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, à vontade de Antonio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou:
- Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar.
Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia deque seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo:
- Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo.
Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!
DUAS HISTÓRIAS, DOIS DESTINOS
"Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira".
"Procure ver as pessoas além das aparências".
Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma."
Não são apenas armas de fogo que tiram vidas. Outra arma muito utilizada no mundo tem alto poder letal: O DESCASO. Homens, chefes de nação, estão deixando que vidas se percam por não darem a atenção devida a um problema que existe desde que o mundo é mundo.
Se continuar a corrupção e o preconceito do jeito que está no Brasil, não vamos para frente. Já disse o MV BILL: "Preconceito sem conceito que apodrece a nação". Mas estou começando a entender! A hipocrisia no Brasil é como se fosse o ar que respiramos. Que coisa louca! Já disse o Brown: "A vida é loka nego!", pois eu digo, não só a vida, mas sim o mundo em que vivemos. Mas não adianta só reclamar e não fazer nada. Temos que reclamar, expôr nossos direitos e deveres como cidadãos. Mas principalmente fazer alguma coisa, vamos revolucionar! Vamos fazer algo de útil, nos reunir, fazer a massa mudar a situação. Sangue bom, truta, parceiro, camarada, amigo guri, companheiro, enfim, não importa o lugar em que você vive. Pois antes de tudo somos brasileiros.
Meses atrás os nossos políticos decidiram que o salário mínimo agora será de R$ 412,40. Mas segundo o Dieese ( Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômico) o salário mínimo ideal seria de R$ 1924,59 segundo levantamento feito para janeiro. Já que somente com esse valor de R$ 1924,59 se respeitaria os direitos contidos na Constituição da República Federativa do Brasil. O inacreditável é que quando é para aumentar salário dos políticos dar unanimidade e o valor que é aumentado é um absurdo. Diante disso tudo chegamos a seguinte conclusão: “ O Brasil não tem povo, tem publico ”.
Queria que fosse possível a madame abaixar o nariz, o governo de modo geral acabar com suas corrupções, o mundo acabar com sua hipocrisia, os babacas acabarem com seu preconceito, ter completa paz no mundo. Que pena que isso não é possível. Afinal como já disse Afro X: "A ganância dos homens é o pior defeito" e em relação às drogas, a rosa é bela mas traz com ela o espinho. Tem uma frase do Bezerra da Silva que na verdade as pessoas se enganaram ao interpretar. "O bom malandro é igual a um cadeado, não vê nada e não ouve nada". A Socialite pensa que é o "neguinho do morro" cagüeta seus companheiros "marginais e assassinos", porque o morro é lugar de criminoso. Será mesmo? Eu prefiro ser assaltado por alguém "do morro" do que pelo maior assassino de todos que fica impune a qualquer tipo de tribunal no Brasil: O LADRÃO DA CANETA! Tenho nojo de deputados, governantes e prefeitos corruptos. É estranho, na hora de votar eu ainda me iludo e penso: "Agora vai!" Se o cara que eu votei ganha, dá uns dois anos e nada acontece. Se o cara que eu não votei ganhou, passa os mesmos dois anos e nada acontece. Será que ainda vale a pena se iludir com eleições? As pessoas votam por votar, horário político é importante, devemos conhecer quem vamos votar. Votar com consciência, e se não der certo, temos todo o direito de exigir que se faça o que se foi prometido. Vamos às ruas, vamos ao parlamento reclamar, enfim, queremos um mundo melhor. PAZ! Pra encerrar esse post de hoje vou colocar a musica do rapper Alexandre Pensador de Balsas – Maranhão intitulada “MENSALÂO” , rap original e de qualidade do Sul do Maranhão. Para baixar a música clique aki...
Musica: Mensalão Grupo: The MC`s
DE MENSALÃO EM MENSALÃO OS VAGABUNDOS FAZEM A FESTA DO PASTOR QUE USA A FÉ AO QUE COLOCA NA CUECA FOME ZERO NOTA ZERO NA EVOLUÇÃO SÃO CINQUENTA MILHÕES EM MÁ SITUAÇÃO MUDA PARA TUDO TROCA TUDO DAR DESCARGA PÁTRIA AMADA MÃE GENTIL EMBARCAÇÃO DESGOVERNADA PARADA MUITO SÉRIA QUE ABALA A NAÇÃO TO CANSADO DESSA PORRA E DESABAFO NA CANÇÃO IRMÃO O RAP FAZ SUA PARTE E CANTA É DE MIL GRAU A BURGUESIA SE ESPANTA MEU RAP É O VENENO PRA QUEM DEVE NO CARTÓRIO ENQUANTO A VERBA É DESVIADA NA FAVELA ESCORRE O ÓDIO DIRETO PRO ASFALTO PRA TUA RESIDÊMCIA QUADRILHA DE MORTE HORROR VIOLÊNCIA AI GALERA NORDESTINA POVO MARANHENSE QUEM TA FALANDO É PENSADOR O DONO DA REPENTE NÃO SOU FORMADO NA UEMA MAIS EU SOU DE CIMA O MEU DIPLOMA É NO RAP DETONANDO RIMA SAI DA FRENTE QUEM ME DEVE EU NÃO VOU TER PERDÃO PENSADOR – FUDENDO MENSALÃO
[Refrão] TODOS SOMOS UM SÓ LUTANDO PELOS NOSSOS DIREITOS DE RESPIRAR O AR EXPRESSAR NOSSOS SENTIMENTOS VOU CANTAR A DOR – VOU CANTAR O AMOR VOU CANTAR A REALIDADE QUE A BABILÔNIA NÃO MOSTROU VEJA QUANTA MISÉRIA QUE SE ESPALHA POR ESSE MUNDO MAIS O POVO NÃO QUER ENCHERGAR E VIVE NO SUBMUNDO O RACISMO O PRECONCEITO A DESIGUALDADE O SOFRIMENTO QUE NOS MACHUCA E VEM NOS MALTRATAR
ATO DE DEMOCRACIA DESVALORIZADO O POVO VENDE O VOTO POR QUALQUER TROCADO PORRA É SEMPRE A MESMA COISA NA CAMPANHA PORRA É MAIS TARDE É NOSSO POVO QUE APANHA PORRA ESQUECIMENTO POR AQUI JÁ É NORMAL FAVELA SEM ESTUDO PODE CRER PASSANDO MAL SEM CREDIBILIDADE MANO COMO É QUE PODE É TIPO O PAR DE PRETOS QUE COLOCAM NO BIG BROTHER ATÉ PARECE QUE A LAVAGEM ME ATINGIU SEM INTERESSE COLETIVO VÃO PRA PUTA QUE PARIU APOLOGIA A IGUALDADE A CLASSE OPERÁRIA NÃO PÁRA O MIGRANTE E SIM PRA REFORMA AGRÁRIA LULA INDO LULA VINDO CHUVA DE DECEPÇÕES MUITO LOUCO ESSE AVIÃO DE CINQUENTA MILHÕES ORDEM E PROGRESSO NA BANDEIRA BRASILEIRA POR AQUI É O INVERSO REGRESSO SEM FRONTEIRAS SALVE-SE QUEM PUDER O RAP AQUI SALVOU MAIS UM RAPAZ THE MC´S É UM A MAIS
TODOS SOMOS UM SÓ LUTANDO PELOS NOSSOS DIREITOS DE RESPIRAR O AR EXPRESSAR NOSSOS SENTIMENTOS VOU CANTAR A DOR – VOU CANTAR O AMOR VOU CANTAR A REALIDADE QUE A BABILÔNIA NÃO MOSTROU VEJA QUANTA MISÉRIA QUE SE ESPALHA POR ESSE MUNDO MAIS O POVO NÃO QUER ENCHERGAR E VIVE NO SUBMUNDO O RACISMO O PRECONCEITO A DESIGUALDADE O SOFRIMENTO QUE NOS MACHUCA E VEM NOS MALTRATAR
Satisfação enorme está de volta e podendo escrever nesse grande portal de informação, na qual criei. Bom tenho grandes novidade pra relatar e a principal é que tive a oportunidade de presenciar um evento cultural que teve na cidade que moro. O evento se chama: I Fórum Cultural de Açailândia-Ma, na qual tinha o objetivo de denunciar a falta de compromisso do governo (municipal, estadual e federal) para com os artistas da nossa cidade. Os mesmo reivindicava um Centro Cultural para a cidade, já que temos um grande numero de artistas com diversas habilidades para desenvolver atividades culturais entre elas: dança ( hiphop, capoeira etc...), teatro, poesia, artesanato e outras arte que só embeleza nossa terra. O que me chamou mais atenção foi o interesse dos participantes e entidades envolvidas em começar essa lutar por um espaço próprio para o desenvolvimento das suas atividades, isso sem o apoio das esferas governamentais, até por que foi convidado representantes do governo municipal para dialogar sobre a visibilidade da construção do centro, mas como já era esperado não compareceram, ou seja, desrespeitaram e desvalorizaram nossos artistas. O evento se estendeu por dois dias, na qual teve diversas atrações: dança, musica, peça teatral etc... Numa dessas atrações tive a oportunidade de conhecer o rapper Alexandre Pensador de Balsas do Maranhão (é rapper a 12 anos e participa de vários projetos sociais da sua cidade) , o mesmo fez sua apresentação cantando uma música muito loka que falava das questões sociais de afeta seu município e nosso Brasil, em breve estarei postando mais informações sobre suas musica e seu grupo.
Enfim fiquei feliz em ver como a cultura e a luta por coisas melhores bendifica nosso povo que só precisa de oportunidade pra crescer culturalmente e espiritualmente se tornando seres humanos dignos e valorizados. Embalado nessa vontade de LUTA, vou escrever um texto que questiona o porquê de lutamos por dias melhores, se liga só.
Por que lutar?
Primeiramente quero definir que o lutar que quero dizer é o, viver diariamente trabalhando para a mudança do mundo. Trabalhando no sentido não ficando de braços cruzados, diante a tanta injustiça. Lutar consiste em ir atrás, e fazer acontecer. E seguidamente vem o contexto sobre o titulo. Levantamos toda manhã com destinos diferentes: trabalhar nas empresas; nos arranhas-céus; nas cozinhas e lavandarias; coletar lixo e varrer ruas; movimentar um pais. Que pais é esse ? Brasil, localizado na América do Sul, que fica no planeta terra. Ao passar pelas ruas, avenidas e estradas, vemos um pouco da realidade do nosso país. Crianças trabalhando duro desde cedo, vendendo doces, balas, limpando vidros e em casos extremos vendendo o próprio corpo. Tudo funciona na lei do mercado, do vende e compra. E essas crianças, e adultos e velhos que vivem as ruas trabalhando, convivem nesse sistema cão, que empoem o rico e o pobre. O pobre como definiria Marx, p proletariado, tendo a suportar esse sistema é obrigado a sair e vender a mão de obra, para ter o que de comer. Dentro dos trabalhos registrados não é diferente. A lei da oferta também esta surrada, única coisa que se diferencia, que a dureza é menor. Uma coisa em comum do registrado com o não-registrado, é que os dois são explorados, e em muitos casos humilhados. Humilhados de varias formas, e não vamos se hipócritas em dizer que não, por que a humilhação infelizmente acontece entre o rico e o pobre. Assistindo e convivendo com essa bruta realidade, nos perguntamos: E agora? A resposta é categórica, não a duvida. Diante a tantas injustiças única coisa que resta é LUTAR. Saber quem é o causador de tudo, o responsável, e o que ri de tudo isso. Estudar detalhadamente tudo, para podermos ver quem é quem nessa historia de bem e mal. Se a indiferença continuar, a burguesia vai adorar, por que vai significar seu parasitismo em cima do povo. Daí que precisa acontecer a conscientização do povo, para verem que a burguesia não é nada certa e limpa. Ela nos engana, escraviza-nos nas industrias, e ainda de nós explorar e humilhar, forma camadas sociais que vivem na extrema miséria. Sem terem um pão no café da manhã. E agora é lutar, fazer acontecer, mostrar pra burguesia que a ignorante na historia é ela, que acredita que tomando o pão do próximo há progresso. Mas como lutar? O principal de tudo é estudar, conhecer o mundo em que se vive, conhecer o tempo antigo, conhecer cada palmo. Se tornar consciente dessa guerra, e passar ao próximo a informação, como estou fazendo. Não diga que não adianta informar, conscientizar ao próximo, por que adianta sim. Um consciente hoje, dois amanhã, dez depois e ai vai... Não tenha medo de lutar, por que a classe dominante não tem medo de te oprimir. Lutar é uma obrigação que todos temos, e para isso estudarmos e nós conscientizarmos! Se você ver alguém morrendo de fome na rua, o culpado é você, por que você aceitou aquilo. Tenha consciência dessa guerra , que será sua energia para a revolução.